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Rondônia reduziu em 86% o número de internados na UTI desde março


O último dia 19 de abril de 2021, chegou com uma notícia de alívio e esperança para os rondonienses. Foi a data em que Rondônia zerou a fila de espera por leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).


No dia 23 de janeiro, quando o Estado tinha 40 pessoas à espera de uma vaga de internação, o governador Marcos Rocha (sem partido) anunciou a transferência de pacientes para outros estados.


No total, 161 pessoas foram tratadas em outras unidades da federação. Desses, 116 se recuperaram e outros 45 não resistiram as complicações da doença. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), 41 dessas faziam parte do grupo de pacientes graves, os outros quatro não apresentava estado crítico.


Nove cidades de diferentes estados, receberam pacientes rondonienses, foram elas: Campo Grande, no Mato Grosso do Sul; Canoas, no Rio Grande do Sul; Cuiabá, no Mato Grosso; Curitiba, no Paraná; Goiânia, em Góias; Manaus, no Amazonas; Porto Alegre, no Rio Grande do Sul; Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro; e Vitória, no Espírito Santo.


Pico da doença

Mesmo com a operação de transferência e decretos que impediam a circulação de pessoas e aglomerações, em 17 de março, Rondônia chegou a registrar 170 pessoas à espera de um leito para tratamento intensivo e 854 pacientes já estavam internados. O caos havia se instalado na saúde pública do Estado.

Mas nesse período, os números começaram a cair e a esperança tomou de conta dos moradores. Atualmente, o Estado está há mais de três meses sem registrar fila de espera por UTI e sem superlotação dos hospitais.


Hoje, 116 pessoas estão internadas em leitos de UTI com covid-19 no Estado, uma queda de 86% em relação ao pico do número de internação.

Apesar da propagação da covid-19 está em baixa, desde o início da pandemia 6.346 pessoas já morreram vítimas do coronavírus.


Fonte: Rondoniaovivo

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